- Boa tarde!
- Boa tarde!
- Queria mudar de visual! Corta cabelo a homens!
- Sim.
- Qual é o melhor dia? Quando é que tem menos clientes ( e sorri...)?
- O melhor dia para o Senhor é... deixe-me consultar a agenda...! Quarta-feira, 9h30 pode ser?
- Sim. Com certeza! Até quarta!
Todo o resto da semana sempre que por lá passava, eu sorria-lhe e ela devolvia o mesmo sorriso misterioso!
Na quarta-feira, há hora marcada lá estava eu.
A manhã, amanhecera outonal; sol... mas frio quanto baste.... Ela, na casa dos 30 e alguns recebeu-me com o sorriso habitual, mas que agora mais próximo ainda me aguçava mais a curiosidade... Recebeu-me com um beijo quente, demorado na minha face fria que de repente ficou corada não sei se do beijo se do calor que estava na sala...
- Bom dia!
- Bom dia! Deseja tomar café?
- Com certeza? Acompanha-me?
E sem dizer nada mais! Baixa-se para ir ao armário, deixando ver umas belíssimas meias, até há sua bela coxa semi desnudada!
- Então como vai ser?
- Surpreenda-me! Confio totalmente em ti!!!
- Então é trabalho completo? Certo?
- Trabalho completo? Como assim? Barba e cabelo?
- Mas então confias ou não!?
Não prenuncio mais palavra!
Coloca-me a toalha e começa docemente e massajar o cabelo... olha para mim e para o espelho... sorrindo! E ao sorrir de volta reparo que o primeiro botão da blusão dela, deixa antever sobre um belíssimo sutiã branco uma mamas ainda morenas onde se vislumbra a marca do biquini.... Componho-me na cadeira pois por momentos havia perdido a compostura.... E como se ela não houvesse dado conta... entrepõe-se entre mim e o espelho, olhando-me nos olhos! Ao baixar-se um pouco, os seus seios parece que gritam:
- "De que estás há espera toca-me! "
Molho ligeiramente os lábios e ela, diz resulta:
- Sim! É isso!
Pega-me no cabelo, mexe... remexe... puxa-me até eu ficar com o nariz entre os seus fartos seios e com um movimento premeditado... dirige-se há banca pega nas tesouras e começa a cortar-me o cabelo!
O cabelo começa a cair na toalha...
De repente, com movimentos delicados, mas determinada começa com a mão direita a sacudir os cabelos sacudindo assim o meu pau... enquanto com a outra mão me acariciava a cabeça... languidamente!
A minha mão começa a subir pelas suas coxas... sinto a sua pele arrepiar-se quando a minha mão fria toca a sua pele...
Se nada dizer, tira a toalha sacode os cabelos e vendo o meu pau aflito dentro das calças diz:
- Oh! lá! lá! também é preciso cortar o cabelo a este menino! Parece que não consegue respirar!
Mas qual não é o seu espanto, quando abrindo os botões e se depara com um carequinha...
No entanto não desarma!
- Tão querequinha! Anda cá que ainda te podes constipar!
E sem nada mais dizer abocanha-o com tal voracidade que me tirava o fôlego! Começa então a cupar-me.... E que bem que ela chupa, desde a cabeça, há base... Ora metendo-o todo dentro de sua boca... ora tirando-o e lambendo apenas... Ela xupa o meu pau com se aquele fosse o último calipo de um verão tardio... Sem pressa... sem me apressar... apenas parando de quando em vez para entre os seus fartos seios o fazer desaparecer!
Após algum tempo neste vai e vem... E pressentindo que eu não aguentaria muito mais... Dispara com o sorriso mais maroto que imaginar se pode:
- Hoje ainda não tomei o pequeno almoço!!!
Encosto-me para trás na cadeira, procurando aguentar um pouco mais... mas as suas investidas são de tal forma.... que... passado algum tempo cerro as mãos segurando bem a cadeira e venho-me docemente na sua boca... Ela não deixa que nem um só gota se desperdice! Depois de tudo lamber... levanta-se ajeita a blusa e
Diz, com o ar mais natural do mundo:
- Vamos lavar... o cabelo!
Levanto-me ainda com o pau meio teso e fora das calças e dirijo-me há cadeira seguindo-a quando reparo que a sua saia, deixa ver uma bela tanga imaculadamente branca.
- Sente-se!
- Não! Quem se vai sentar és tu!
Ela senta-se... coloco-me no seu colo e enquanto a beijo.... vou desabotoando a sua blusa... os seus seios pulam dentro seu sutiã....
... caio com minha boca ora no mamilo esquerdo, ora no direito, até os sentir bem duros entre meus dentes.
Ela começa a respirar ofegante... mantanho-me neste "jogo" algum tempo mais até sentir a sua respiração ainda mais ofegante...
... sem deixar de lhe acariciar os seios... desço do seu colo e começando pelo joelho esquerdo suba até ao fim da sua meia.... beijando suavemente sua pele... ela estremece... exalo o perfume que da sua críca vem...
... baixo ao seu joelho direito, subo novamente e novamente beijo a sua pele macia, quente...
Detenho-me um pouco e salto entre as suas duas coxas, ora aproximando-me ora afastando-me da sua críca que lateja dentro de uma tanga transparente, começando a ficar molhada... cada vez mais.... e mais húmida.... molhada... há medida que me aproximo e afasto da sua críca... sua respiração é cada vez mais ofegante!
Não resisto mais e com os meus dentes trinco suavemente aquela críca.... uma e outra vez e tantas outras sem parar... ora afastando... ora deixando a tanguinha entre a minha língua e a sua críca!
Num movimento subtil tiro-lhe a tanga.... mas continu-o a xupar... lamber.... comer.... abucanhar... lambosar-me naquela críca...
Ela recosta-se na cadeira... agarra a minha cabeça com tamanha força que quase me sufoca.
Seguro-me às suas coxas e num movimento que quase me deita ao chão vem-se... eu sem me fazer rogado... bebo cada gota daquele precioso néctar... ela respira fundo. Levantasse!
Agora sou eu que estou sentado na cadeira. Ela... lava a minha cabeça! dá-me um beijo e antes de eu sair diz-me:
- Aparece mais vezes...!
Creio que nos próximos tempos o meu cabelo vai crescer muito rapidamente!
